• 7 de setembro de 2026
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Tag: memória afetiva

Do Tempo do Ronca
Fita Cassete: O Coração Magnético da Memória

Fita Cassete: O Coração Magnético da Memória

Houve uma era — e talvez ela tenha existido apenas para que a saudade aprendesse a cantar — em que a música tinha corpo. Não era nuvem, não era arquivo invisível, não era sugestão de

Do Tempo do Ronca
O Universo Em Três Minutos

O Universo Em Três Minutos

Houve uma era — e hoje parece que essa era foi inventada apenas para que a memória tivesse uma esquina onde encostar — em que a distância não cabia num toque de tela. Cabia num

Do Tempo do Ronca
Discman: O Pequeno Planeta que Girava Música no Bolso

Discman: O Pequeno Planeta que Girava Música no Bolso

Houve um tempo — e às vezes parece que esse tempo foi inventado apenas para a memória ter onde morar — em que carregar a própria trilha sonora era uma forma de luxo. Não um

Do Tempo do Ronca
A Rainha de Vinil das Tardes Sem Fim

A Rainha de Vinil das Tardes Sem Fim

Antes que o mundo coubesse dentro de uma tela, antes que os dedos aprendessem a correr sobre controles e superfícies lisas, antes que algoritmos escolhessem adversários, narrassem partidas e distribuíssem vitórias digitais, havia uma soberana

Do Tempo do Ronca
Contouré: O Perfume que o Tempo Não Conseguiu Apagar

Contouré: O Perfume que o Tempo Não Conseguiu Apagar

Há cheiros que não obedecem ao calendário. Não envelhecem no mesmo ritmo das coisas. Não se deixam arquivar em gavetas, álbuns, caixas de sapato ou fotografias amareladas. Eles atravessam décadas com uma liberdade misteriosa, como

Do Tempo do Ronca
A Máquina de Rebobinar o Tempo

A Máquina de Rebobinar o Tempo

Houve um tempo — e hoje parece quase impossível dizer isso sem que a frase venha coberta de névoa, poeira luminosa e espanto — em que a felicidade cabia dentro de uma fita preta. Uma

Do Tempo do Ronca
O Cavalo de Madeira das Ladeiras da Infância

O Cavalo de Madeira das Ladeiras da Infância

Há palavras que não são apenas palavras. São portais. Basta pronunciá-las e alguma coisa antiga se move dentro da gente, como se o coração abrisse uma janela esquecida para uma rua de terra, uma ladeira

Do Tempo do Ronca
A cartilha que ensinou o Brasil a soletrar

A cartilha que ensinou o Brasil a soletrar

Por Pitter Lucena* Houve um tempo — e talvez toda memória funda precise começar assim, como quem abre uma porta rangendo para dentro da infância — em que o mundo ainda não estava pronto. Era

Do Tempo do Ronca
A arte de arear panelas

A arte de arear panelas

Por Pitter Lucena* No começo era o ruído: a água amanhecendo no igarapé, o vento penteando as folhas, o galo abrindo, no terreiro, o relógio de Deus. Logo depois vinha outro som, mais íntimo e

Do Tempo do Ronca
A Sinfonia do Bombril e a Antena

A Sinfonia do Bombril e a Antena

Era o tempo em que o céu tinha chuvisco e a sala, tempestade. A televisão não chegava por fibra, por cabo, por aplicativo ou por esse milagre silencioso das telas atuais. Chegava pelo ar, como

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