• 15 de junho de 2026
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Autor: Pitter Lucena

Pitter Lucena

Pitter Lucena é jornalista e escritor nascido em Xapuri (AC) e radicado em Brasília. Com carreira iniciada em 1985, atuou em veículos impressos e emissoras de TV, além de ter integrado a equipe do Senado Federal. Premiado em 2003 pelo Prêmio José Chalub Leite, mantém produção literária desde 2008, com obras que transitam entre poesia, crônicas e memórias. No Expressão Brasiliense, assina a coluna “Do Tempo do Ronca”, dedicada à literatura.

Do Tempo do Ronca
A cartilha que ensinou o Brasil a soletrar

A cartilha que ensinou o Brasil a soletrar

Por Pitter Lucena* Houve um tempo — e talvez toda memória funda precise começar assim, como quem abre uma porta rangendo para dentro da infância — em que o mundo ainda não estava pronto. Era

Do Tempo do Ronca
O Pequeno Planeta de Açúcar

O Pequeno Planeta de Açúcar

Por Pitter Lucena* Era uma vez — e é preciso começar assim, porque toda boa lembrança tem algo de fábula, mesmo quando nasceu de chão de cimento e balcão de madeira — um tempo em

Do Tempo do Ronca
A arte de arear panelas

A arte de arear panelas

Por Pitter Lucena* No começo era o ruído: a água amanhecendo no igarapé, o vento penteando as folhas, o galo abrindo, no terreiro, o relógio de Deus. Logo depois vinha outro som, mais íntimo e

Do Tempo do Ronca
A Sinfonia do Bombril e a Antena

A Sinfonia do Bombril e a Antena

Era o tempo em que o céu tinha chuvisco e a sala, tempestade. A televisão não chegava por fibra, por cabo, por aplicativo ou por esse milagre silencioso das telas atuais. Chegava pelo ar, como

Do Tempo do Ronca
O Pequeno Oráculo de Bolso

O Pequeno Oráculo de Bolso

Por Pitter Lucena* Era uma época em que o futuro ainda não era transparente, nem táctil, nem escorria pela ponta dos dedos em telas luminosas. O futuro tinha peso de duas pilhas, cheiro de plástico

Do Tempo do Ronca
Bodó: A Pequena Missa da Farinha e do Fogo

Bodó: A Pequena Missa da Farinha e do Fogo

*Por Pitter Lucena Era do tempo do ronca, sim senhor — tempo em que a manhã não começava no despertador, mas no peito do galo, na friagem do orvalho e no rumor do igarapé acordando

Do Tempo do Ronca
LOVE: O Mundo das Fotografias Imperfeitas

LOVE: O Mundo das Fotografias Imperfeitas

Por Pitter Lucena* Antes que o mundo se ajoelhasse diante das selfies, dos filtros milagrosos e da tirania da imagem perfeita, houve um tempo em que fotografar era uma espécie de oração. Não se apontava

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