• 13 de setembro de 2026
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Autor: Pitter Lucena

Pitter Lucena

Pitter Lucena é jornalista e escritor nascido em Xapuri (AC) e radicado em Brasília. Com carreira iniciada em 1985, atuou em veículos impressos e emissoras de TV, além de ter integrado a equipe do Senado Federal. Premiado em 2003 pelo Prêmio José Chalub Leite, mantém produção literária desde 2008, com obras que transitam entre poesia, crônicas e memórias. No Expressão Brasiliense, assina a coluna “Do Tempo do Ronca”, dedicada à literatura.

Do Tempo do Ronca
Fita Cassete: O Coração Magnético da Memória

Fita Cassete: O Coração Magnético da Memória

Houve uma era — e talvez ela tenha existido apenas para que a saudade aprendesse a cantar — em que a música tinha corpo. Não era nuvem, não era arquivo invisível, não era sugestão de

Do Tempo do Ronca
O Universo Em Três Minutos

O Universo Em Três Minutos

Houve uma era — e hoje parece que essa era foi inventada apenas para que a memória tivesse uma esquina onde encostar — em que a distância não cabia num toque de tela. Cabia num

Do Tempo do Ronca
Discman: O Pequeno Planeta que Girava Música no Bolso

Discman: O Pequeno Planeta que Girava Música no Bolso

Houve um tempo — e às vezes parece que esse tempo foi inventado apenas para a memória ter onde morar — em que carregar a própria trilha sonora era uma forma de luxo. Não um

Do Tempo do Ronca
O Pequeno Cofre de 1,44 Megabytes

O Pequeno Cofre de 1,44 Megabytes

Antes que a nuvem digital passasse a pairar sobre nossas cabeças como uma chuva invisível e permanente, antes que o pen drive se tornasse extensão natural do bolso, antes que o gesto de “enviar” virasse

Do Tempo do Ronca
A Rainha de Vinil das Tardes Sem Fim

A Rainha de Vinil das Tardes Sem Fim

Antes que o mundo coubesse dentro de uma tela, antes que os dedos aprendessem a correr sobre controles e superfícies lisas, antes que algoritmos escolhessem adversários, narrassem partidas e distribuíssem vitórias digitais, havia uma soberana

Do Tempo do Ronca
A Máquina de Rebobinar o Tempo

A Máquina de Rebobinar o Tempo

Houve um tempo — e hoje parece quase impossível dizer isso sem que a frase venha coberta de névoa, poeira luminosa e espanto — em que a felicidade cabia dentro de uma fita preta. Uma

Do Tempo do Ronca
O Cavalo de Madeira das Ladeiras da Infância

O Cavalo de Madeira das Ladeiras da Infância

Há palavras que não são apenas palavras. São portais. Basta pronunciá-las e alguma coisa antiga se move dentro da gente, como se o coração abrisse uma janela esquecida para uma rua de terra, uma ladeira

Do Tempo do Ronca
A cartilha que ensinou o Brasil a soletrar

A cartilha que ensinou o Brasil a soletrar

Por Pitter Lucena* Houve um tempo — e talvez toda memória funda precise começar assim, como quem abre uma porta rangendo para dentro da infância — em que o mundo ainda não estava pronto. Era

Do Tempo do Ronca
O Pequeno Planeta de Açúcar

O Pequeno Planeta de Açúcar

Por Pitter Lucena* Era uma vez — e é preciso começar assim, porque toda boa lembrança tem algo de fábula, mesmo quando nasceu de chão de cimento e balcão de madeira — um tempo em

Do Tempo do Ronca
A arte de arear panelas

A arte de arear panelas

Por Pitter Lucena* No começo era o ruído: a água amanhecendo no igarapé, o vento penteando as folhas, o galo abrindo, no terreiro, o relógio de Deus. Logo depois vinha outro som, mais íntimo e

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