• 6 de outubro de 2026

Vem aí a “Leoa” e as “Meninas Superpoderosas”: Michelle “Florzinha”, Damares “Docinho” e Bia “Lindinha” contra os “vilões” da esquerda

O trio que promete apimentar ainda mais o segundo turno no DF vai chegar com tudo. Brasília acaba de ganhar sua própria versão de “As Meninas Superpoderosas”, clássico desenho animado norte-americano da Cartoon Network. E o laboratório, desta vez, não fica na fictícia Townsville. Fica no Senado Federal, localizado em Brasília, capital da República.

A partir de fevereiro de 2027, Michelle “Florzinha” Bolsonaro, Damares “Docinho” Alves e Bia “Lindinha” Kicis formarão a bancada feminina do Distrito Federal na Câmara Alta.

Mas, antes da posse das duas estreantes, as “Meninas Superpoderosas” terão que encarar uma missão extra: reforçar o time da “Leoa” Celina Leão na batalha pelo Palácio do Buriti no segundo turno.

O objetivo da missão das senadoras Florzinha, Docinho e Lindinha é derrotar os vilões do mundo esquerdista para que a “Leoa” saia vitoriosa do embate eleitoral.

O elenco de malfeitores esquerdistas é composto por personagens conhecidos da política brasiliense e com histórico que deixa a desejar junto aos eleitores.

Vem aí a “Leoa” e as “Meninas Superpoderosas”: Michelle “Florzinha”, Damares “Docinho” e Bia “Lindinha” contra os “vilões” da esquerda
Charge: Desenvolvida por IA

Do lado adversário, o “Macaco Louco” atende pelo nome de Lula. O vilão “Ele” é representado por Leandro Grass. A “Princesa MaisGrana”, por Janja da Silva. E, completando o time, aparece o falastrão “Trio Ameba” do PT: Agnelo Queiroz, Chico Vigilante e Gabriel Magno.

E quem será o “Professor Utônio” dessa versão brasiliense? O criador de “As Meninas Superpoderosas”.

Ora, Jair Bolsonaro. As três senadoras surgiram no cenário político brasiliense por meio da ascensão do ex-presidente ao Palácio do Planalto e pelo trabalho que fizeram ganharam os superpoderes do Senado.

No desenho original, é o Professor Utônio quem derruba acidentalmente o “Elemento X” na poção da “Garotinha Perfeita” e faz com que as meninas passem a ter superpoderes.

Nesta versão política, o ex-presidente entra no papel de quem ajudou a projetar e consolidar o trio que agora representa o Distrito Federal no Senado.

A diferença é que, em Townsville, o Professor Utônio misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom. Em Brasília, o ingrediente principal é outro: voto. E de votos, as senadoras entendem. O trio tem anunciado que vai se dedicar a reeleger a “Leoa”.

Michelle e Bia acabam de sair das urnas como as duas novas senadoras eleitas pelo DF. Damares já está no Senado. Agora, juntas, formam uma bancada inédita da direita e chegam ao segundo turno como personagens centrais do novo capítulo da política brasiliense.

E a governadora sabe que, numa eleição decidida no detalhe, toda força eleitoral conta. Celina ficou a apenas 168 votos de liquidar a disputa no primeiro turno. Não levou por 168.

Agora terá mais uma batalha. E é justamente aí que entram as superpoderosas da futura bancada do DF no Senado.

Florzinha pode ter a delicadeza do nome. Lindinha também. Docinho, nem tanto. Mas, na política, as três sabem que o desenho só termina quando a urna fecha.

Enquanto isso, os vilões que se preparem. Porque o segundo turno começou, e Brasília acaba de ganhar seu próprio episódio de “As Meninas Superpoderosas”.

De um lado, a Leoa. Do outro, Ele. Nos bastidores, o Macaco Louco, a Princesa MaisGrana e o Trio Ameba, tentando abater a governadora.

E, sobrevoando o quadradinho, Michelle “Florzinha”, Damares “Docinho” e Bia “Lindinha”. Tudo sob a inspiração do “Professor Utônio” Bolsonaro.

E quem conhece o desenho da Cartoon Network já sabe como essa história costuma terminar. Depois de muita confusão, gritaria, planos mirabolantes e vilões tentando dominar a cidade… “As Meninas Superpoderosas” sempre vencem os vilões no final de cada episódio.

No segundo turno do DF, a resposta, como sempre, virá nas urnas. Celina Leão chegou na frente e agora vai em busca da vitória.

Além das “Meninas Superpoderosas”, outros atores da política brasiliense estão se comprometendo a entrar em cena para impedir que o mal vença o bem.

E o recado das urnas no DF deixou evidente a força eleitoral dos candidatos identificados com posições conservadoras. Ainda mais porque, na batalha entre Lula, o “Macaco Louco”, e Flávio “Super-Homem” Bolsonaro no primeiro turno, o candidato do campo conservador terminou à frente. Mas essa é uma história para outro artigo.

Que a força da “Leoa” se junte aos superpoderes das senadoras e que elas vençam os “vilões” da esquerda. O DF não tem mais espaço, na visão dos aliados de Celina, para se tornar o quintal do “Macaco Louco” Lula e ficar sob os cuidados do malfeitor Leandro “Ele” Grass, como já ocorreu no passado e, segundo essa narrativa política, quase atolou o nosso quadradinho na lama deixada pela esquerda.

E como diz a conhecida frase associada ao desenho: “E mais uma vez o dia foi salvo, graças às Meninas Superpoderosas.”

Já a versão brasiliense poderia ser definida assim: “E mais uma vez Brasília foi salva, graças à ‘Leoa’ e às Meninas Superpoderosas.”

Charge: Desenvolvida por IA


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