A narrativa dos deputados de oposição ao governo Ibaneis de que o BRB será federalizado por causa do golpe aplicado pelo Banco Master não passa de mais uma mentira dos esquerdistas. Nesta segunda-feira (2), o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, declarou à imprensa que não há qualquer movimentação sobre essa operação.
“Isso não existe”, afirmou Ceron ao chegar para participar de um evento em São Paulo que reuniu especialistas do mercado financeiro.
De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, o órgão chegou a consultar a Caixa Econômica Federal sobre a possível transação, diante de especulações e boatos publicados por alguns veículos de comunicação.
“Inclusive, pedi ao presidente da Caixa que sinalizasse se existe algum tipo de estudo, e a Caixa disse que não existe”, reiterou o economista. “O que a Caixa está fazendo é acompanhando a situação”, destacou.
Rogério Ceron reforçou ainda que esse não é um assunto de competência do Tesouro Nacional. Ele ressaltou que eventual aporte financeiro ao Banco de Brasília (BRB) não está sendo deliberado pelo órgão.
Oposição tenta explorar crise em ano eleitoral
As declarações de Ceron caem como um balde de água fria nos adversários de Ibaneis Rocha e Celina Leão, especialmente nos parlamentares da esquerda, que na semana passada usaram a tribuna da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e as redes sociais para disseminar a fake news sobre a suposta federalização do BRB.
Como estamos em ano eleitoral, a oposição vem utilizando o golpe sofrido pelo BRB como instrumento para desgastar a imagem do governo Ibaneis-Celina, que segue bem avaliado pela população, conforme apontam pesquisas recentes.
Bastidores revelam outra narrativa
Nos bastidores, a estratégia é sustentar a falsa narrativa de que o banco precisaria ser federalizado para não quebrar. Na prática, durante os três governos de esquerda no DF, houve reiteradas tentativas de privatização do BRB, todas fracassadas.
Agora que a instituição financeira alcançou outro patamar de mercado, a nova tese seria entregá-lo ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva para, depois, posar de salvador da pátria.
Os deputados da esquerda só esqueceram de combinar com Lula e sua turma: a narrativa não passa de encenação teatral na tribuna, em busca de holofotes em pleno calendário eleitoral.
Foto: Reprodução/Google Imagens
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