• 13 de abril de 2026

Mundial de Marcha Atlética: Brasil conquista dois bronzes com Caio Bonfim e equipe feminina em Brasília

O primeiro Mundial de Marcha Atlética realizado no hemisfério sul, disputado no domingo (12), em Brasília, entrou para a história do esporte brasileiro. O Brasil conquistou duas medalhas de bronze: uma com Caio Bonfim na prova da meia-maratona (21 km) e outra na disputa por equipes femininas, na maratona (42 km).

O Mundial foi realizado em um circuito montado no Eixo Monumental, com largada e chegada próximas à Catedral Metropolitana de Brasília e ao Museu Nacional da República.

Nascido em Brasília, Caio Bonfim completou a meia-maratona em 1h27min36s, ficando atrás do italiano Francesco Fortunato (ouro) e do etíope Misgana Wakuma (prata). A diferença para o campeão foi de apenas 11 segundos.

O brasiliense Max Batista dos Santos terminou na 26ª posição (1h31min51s), enquanto o cearense João Paulo de Oliveira foi o 67º (1h50min40s). Já o paraense Lucas Mazzo e o catarinense Matheus Correa não concluíram a prova.

Além do bronze deste domingo, Caio Bonfim soma quatro medalhas em Campeonatos Mundiais de Atletismo. Na última edição, em Tóquio, ele conquistou prata na maratona (35 km) e ouro na meia-maratona (20 km). O atleta também foi medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Brasil também sobe ao pódio por equipes na maratona feminina

A disputa por equipes considera a soma das colocações dos três melhores atletas de cada país em cada prova — quanto menor a pontuação, melhor o resultado.

Na maratona feminina, o Brasil garantiu o bronze com a soma de 28 pontos. A carioca Viviane Lyra terminou na quinta posição (3h34min53s), a brasiliense Gabriela Muniz ficou em 11º (3h46min07s) e a catarinense Mayara Vicentainer em 12º (3h47min09s). A paulista Thaissa Gabrielle Cunha e a brasiliense Elianay Barbosa não completaram a prova.

“Essa conquista mostra que temos muito potencial para a marcha atlética em todo o Brasil, tanto no alto rendimento quanto nas categorias de base”, afirmou Viviane Lyra em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil.

A medalha de ouro ficou com o Equador, que somou 12 pontos e teve Paula Torres como vencedora da prova (3h24min37). A Itália ficou com a prata, somando 13 pontos.

Foto: Mariana Sá/COB


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