• 1 de outubro de 2026

Considerado o pior distrital da CLDF, Leandro Grass deixou Iphan sob fortes críticas à sua gestão

A passagem de Leandro Grass pela vida pública acumula avaliações negativas sobre sua atuação. Antes de assumir a presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Grass exerceu mandato na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), período em que uma pesquisa divulgada em 2021 o colocou como o pior entre os 24 distritais no quesito atuação em favor da população do DF. O levantamento ouviu 4.090 pessoas na época.

A experiência no Legislativo foi seguida pela nomeação de Grass para comandar o Iphan como consolo após ter perdido para Ibaneis Rocha, no 1º turno das eleições de 2022, quando concorreu ao GDF.

O ex-distrital assumiu a presidência do órgão em janeiro de 2023 e permaneceu à frente da instituição durante praticamente todo o governo Lula 3. O Iphan chegou a apresentar a gestão de Leandro como uma fase de reconstrução institucional, com retomada de programas, reorganização administrativa e ampliação dos investimentos em patrimônio cultural.

Contudo, o desempenho do agora candidato do PT ao Buriti deixou a desejar, e sua passagem ficou marcada por episódios que evidenciaram a falta de capacidade de gestão. Imagina o DF sendo administrado pelo “companheiro” de Lula, que diz que se inspira no governo de Agnelo Queiroz, uma das piores administrações que a capital federal já teve.

Um dos casos de maior repercussão ocorreu em fevereiro de 2025, quando parte do teto da Igreja e Convento de São Francisco, no Centro Histórico de Salvador, desabou, provocando uma morte e deixando cinco pessoas feridas. O episódio deixa claro que Leandro Grass não está preparado para governar o DF.

O petista não conseguiu desenvolver ações para a conservação de imóveis históricos e comandar a atuação dos órgãos responsáveis pela proteção do patrimônio.

A passagem de Leandro Grass pelo Iphan é tão vergonhosa que os marqueteiros sequer cogitaram usar algo referente à atuação do petista à frente do órgão.

Até o DF foi vítima da incapacidade do candidato de Lula ao Buriti. O governo solicitou autorização para revitalizar a Praça dos Três Poderes em 2024. Somente neste ano foi que o petista autorizou a execução da obra, isso depois de pressão até mesmo por parte do Planalto.

O estilo de administrar de Leandro Grass, realmente, se parece com o dos ex-governadores Cristovam Buarque e Agnelo Queiroz, não é eficaz e deixa a desejar.

Foto: Reprodução/Google Imagens 


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