• 25 de fevereiro de 2024

COM A VOLTA DOS TRABALHOS DA CLDF | Wellington Luiz diz que “Ibaneis faz a ‘política da boa’ ao pedir apoio dos distritais no combate à dengue” e afirma que os parlamentares estão prontos para ajudar

O Expressão Brasiliense conversou, na manhã desta quinta (1º), com o presidente da Câmara Legislativa do DF (CLDF), deputado Wellington Luiz, do MDB, sobre a volta dos trabalhos no plenário da Casa de Leis do DF. O parlamentar disse que espera que 2024 “seja um ano mais tranquilo”. 

“Apesar de ter começado o ano com alguns problemas, com essa questão da dengue, a expectativa é que tenhamos um ano menos conturbado, menos turbulento, do que o ano passado em razão do 8 de janeiro”, pontuou.

Quanto a ida do governador do DF, Ibaneis Rocha, do MDB, à CLDF na sessão solene de abertura dos trabalhos legislativos, marcada para logo mais às 15h, para pedir apoio no combate à dengue, Wellington ressalta que a atitude do chefe do Executivo é “extremamente positiva”.

“É isso que o governador precisa fazer. Ele é um excelente gestor e quando ele faz isso (ir até a CLDF pedir apoio dos distritais), ele faz ‘política da boa’ e isso é importante para todos nós. Estamos prontos para ajudar o DF”, enfatizou o distrital. 

Pautas prioritárias do 1º semestre

Sobre os projetos que terão prioridade na pauta de votação, o presidente da CLDF destacou três que os distritais devem deliberar ainda no 1º semestre deste ano. 

“Vamos apreciar o PPCUB (Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília). Esse é um projeto que vem sendo adiado e ele é muito importante. O combate à violência contra a mulher, pois começamos o ano muito ruim. Tivemos três homicídios. Esse é um tema que já é prioridade para a CLDF. Agora nós vamos intensificar esse trabalho. E o combate à dengue, que sem dúvida nenhuma traz uma preocupação muito grande para todo o DF. Além de outros projetos que serão discutidos. Mas esses três temas serão prioridades para nós neste 1º semestre”, declarou o parlamentar.

Movimentações para 2026

Questionado se as movimentações e articulações que estão em curso sobre as eleições de 2026 podem atrapalhar os trabalhos da CLDF, o distrital ressaltou que “quem está fazendo isso não conhece de política ou está tentando influenciar nas possíveis alianças que poderão ser firmadas”.

“A política se movimenta com muita celeridade, ela é muito dinâmica. Não tem como você prever nada, ainda mais em cenários estáveis como os nossos”, complementou.

Julgamento das sobras eleitorais

Sobre as especulações em torno do julgamento que está marcado para o dia 8 de fevereiro no STF que vai decidir sobre a regra das sobras eleitorais e que pode mudar a composição do legislativo federal e em algumas casas estaduais, Wellington Luiz disse que não vê a possibilidade dos ministros formarem maioria para que a lei seja aplicada no resultado da eleição de 2022. 

“Não acredito que isso vá acontecer. Medo zero quanto a isso. É mera especulação. Não tenho receio disso acontecer e se, eventualmente, vier a acontecer, nós sempre estamos à disposição da Justiça. A tendência é que o Supremo (Tribunal Federal) decida para que a lei seja aplicada a partir da próxima eleição”, finalizou o presidente da CLDF.

Foto: Divulgação/Ag. CLDF

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