Delegada diz que Marinésio é um serial killer e assumiu que matou a funcionária do MEC e de uma pizzaria do Paranoá

O assassinato da jovem advogada Letícia Sousa Curado acabou revelando que Marinésio dos Santos Olinto também matou a funcionária de uma pizzaria do Paranoá, Genir Pereira de Sousa. A delegada-titular da 6ª DP, Jane Klébia, classificou Marinésio como um serial killer após seu depoimento, nesta segunda-feira (26), o qual confessara esses dois crimes.

Uma mulher se apresentou à delegacia para reconhecer se foi ele quem havia a abordado durante uma viagem da Rodoviária do Plano Piloto para o Vale do Amanhecer, em Planaltina. A vítima se descompensou ao ver Marinésio e teve que ser contida por agentes da PCDF. O serial killer tentou estupra-la e ela conseguiu escapar quando ele parou o carro.

Jane informou que revisará todas as ocorrências sem autoria conhecida da 6ª DP cujo modus operandi se assemelha ao dos crimes já atribuídos ao cozinheiro.

“Estamos investigando. Um suspeito em potencial para diversos crimes desta natureza: corpos encontrados com sinais de estrangulamento, pessoas desaparecidas em paradas de ônibus e tentativas de estupro supostamente cometidas por um loteiro”, afirmou.

A Polícia Civil apura se Marinésio fingia ser motorista de transporte pirata para atrair e matar outras mulheres, além de Letícia, funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC), Genir e a moça de 23 anos que fugiu do agressor. Segundo o delegado-chefe da 31ª DP, Fabrício Augusto Machado, não estão descartadas as suspeitas de que o homem seja o autor de crimes semelhantes.

Com informações adaptadas do Metrópoles

expressaobrasiliense

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