• 10 de fevereiro de 2026

Sob o comando de Lula, Brasil segue entre os países mais corruptos do mundo, aponta ranking da Transparência Internacional

O Brasil segue figurando entre os países com pior percepção de corrupção no mundo desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) 2025, divulgado nesta terça-feira (10) pela Transparência Internacional, o país manteve a 107ª colocação entre 180 nações avaliadas.

O levantamento mostra que o Brasil somou 35 pontos, apenas um ponto a mais em relação a 2024, quando registrou sua pior nota histórica desde o início da série. Apesar da leve oscilação positiva, o país continua distante de padrões considerados aceitáveis de integridade pública.

Como funciona o ranking da corrupção

O IPC é elaborado a partir da análise de dados e avaliações feitas por acadêmicos, especialistas e juristas, atribuindo notas de 0 a 100 com base em critérios como:

  • Transparência da administração pública
  • Efetividade dos mecanismos de combate à corrupção
  • Independência do Poder Judiciário

Quanto menor a pontuação, maior a percepção de corrupção no setor público.

Desempenho do Brasil durante o governo Lula

Mesmo após dois anos de gestão petista, o Brasil permanece em situação pior do que no início do atual governo. Em 2023, primeiro ano do mandato de Lula, o país ocupava a 104ª posição. Já em 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro (PL), o Brasil estava na 96ª colocação, evidenciando uma queda significativa ao longo do período recente.

A Transparência Internacional destacou como fatores negativos o aumento no volume de emendas parlamentares, além de escândalos envolvendo fraudes no INSS e o golpe aplicado pelo Banco Master no mercado financeiro, apontados como sinais de enfraquecimento das políticas anticorrupção em 2025.

Sob o comando de Lula, Brasil segue entre os países mais corruptos do mundo, aponta ranking da Transparência Internacional

STF também entra no radar

O relatório também cita a necessidade de maior rigor institucional e recomenda a criação de um código de conduta para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta foi apresentada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, como forma de reforçar a credibilidade do Judiciário.

Ranking global

No topo do índice aparecem Dinamarca, Finlândia e Cingapura, consideradas referências em integridade pública. Na outra ponta, Sudão do Sul e Somália figuram como os países com pior percepção de corrupção no mundo.

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