• 16 de maio de 2021

PARA TRATAR CÂNCER | Bruno Covas se licencia do cargo de prefeito de SP por 30 dias

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, anunciou neste domingo (2) que vai se licenciar da prefeitura pelo período de 30 dias para poder se dedicar exclusivamente ao tratamento médico contra o câncer.

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O pedido de licenciamento será encaminhado à Câmara Municipal amanhã (3). Nesse período, o cargo será exercido por seu vice, Ricardo Nunes.

Segundo comunicado da prefeitura no final da tarde de hoje, com o surgimento de novos focos da doença, Covas vai precisar “de dedicação integral ao tratamento e entende que não será compatível com as suas responsabilidades e compromisso com a cidade e os paulistanos”.

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Nas redes sociais, o prefeito postou o comunicado da prefeitura sobre o seu licenciamento e agradeceu às pessoas pelo apoio.

Histórico

Em outubro de 2019, Covas foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos. Após o diagnóstico, ele iniciou um tratamento de quatro meses de quimioterapia.

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Em fevereiro do ano passado, exames demonstraram regressão da lesão esôfago-gástrica e da lesão hepática, mas uma biópsia detectou que o câncer nos linfonodos ainda persistia e os médicos decidiram então iniciar uma nova fase de tratamento, baseado em imunoterapia, uma estratégia que permite ao próprio sistema imune do paciente combater a doença.

Exames feitos pelo prefeito em abril de 2020 demonstraram controle da lesão em linfonodos. Já neste ano, em fevereiro, Covas passou por um novo tratamento quimioterápico após os médicos descobrirem um novo nódulo no fígado.

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E em meados de abril, exames de controle demonstraram novos pontos da doença no fígado e nos ossos. Com isso, os médicos decidiram dar continuidade ao tratamento com quimioterapia, além de imunoterapia.

No dia 27 de abril, ele recebeu alta do hospital, mas seu tratamento contra a doença deverá ser continuado com aplicações de 48 horas a cada duas semanas.

(Agência Brasil)

Foto: Divulgação/Gov. de São Paulo

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