• 18 de janeiro de 2021

ALERTA MÁXIMO | EUA enviam navio com mísseis para litoral próximo a China

As tensões entre Estados Unidos e China ganharam novo capítulo. Os Estados Unidos enviaram ontem (18), um navio com mísseis à região que fica perto da China e de Taiwan, território semi-autônomo chinês.

marinha americana confirmou que o navio passou pelo local, mas disse que a ação é uma patrulha de rotina na região. A presença do navio é mostra de “compromisso com um livre e aberto Indo-Pacífico”, segundo o braço da marinha americana responsável por patrulhas no Pacífico, a chamada US Pacific Fleet. Essa frente da marinha tem base no Japão, aliado dos Estados Unidos e outro rival histórico da China.

O exército chinês (o Exército de Libertação Popular, ou People’s Liberation Army no termo padrão em inglês), disse na manhã desta quarta-feira (19) que os militares estavam em “alerta máximo” para proteger o território.

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O navio passou pelas águas do Estreito de Taiwan, que separa por mar o território e a China continental. A rota exata do navio não foi confirmada pelas autoridades, mas a embarcação teria passado perto de uma parte da área que é extremamente próxima da costa leste da China continental.

A China e Tawian também enviaram navios para monitorar a área no momento. O navio enviado pela China também era prepardo para a guerra e continha mísseis.

O governo de Taiwan disse que monitora a passagem de navios nas águas próximas e que soube da presença do navio americano, mas não comentou mais detalhes do caso, segundo nota publicada.

No comunicado da marinha americana sobre o caso, os porta-vozes apontam que a marinha americana e as forças militares do país vão continuar a “navegar, velejar e operar em qualquer lugar que a lei internacional autorize”.

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A briga pelo mar

A região do Indo-Pacífico é palco de desavenças geopolíticas há um século. Agora, com as disputas geopolíticas da última década, analistas já afirmam que os avanços do embate entre China e EUA na região, que inclui o território do Mar do Sul da China, poderiam levar a uma “nova Guerra Fria”.

Por isso, qualquer trânsito de navios em determinados locais na área, como o que aconteceu nesta semana, é visto com desconfiança.

(Exame)

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