Morreu no sábado (7) o adolescente de 16 anos agredido na porta de um condomínio em Vicente Pires, no Distrito Federal. Rodrigo Castanheira estava em coma induzido desde a madrugada de 23 de janeiro, quando foi atacado por Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, ex-piloto de Fórmula Delta. O caso teve grande repercussão nacional.
Segundo as investigações, a agressão ocorreu após uma discussão entre os envolvidos. Inicialmente, a briga teria sido motivada pelo lançamento de um chiclete contra a vítima. No entanto, o advogado da família de Rodrigo, Albert Halex, afirmou em entrevistas que o conflito também pode ter sido provocado por ciúmes envolvendo uma ex-namorada de um amigo do agressor.
O Colégio Vitória Régia, onde o adolescente estudava, confirmou a morte cerebral de Rodrigo por meio das redes sociais. Em nota, a instituição lamentou a perda e destacou que o aluno “deixa uma história, marcas de afeto e memórias que permanecerão vivas”.
Pedro Arthur Turra chegou a ser preso em flagrante após a agressão, mas foi liberado após o pagamento de fiança no valor de R$ 24 mil, passando a responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade. No entanto, ele voltou a ser preso preventivamente no dia 30 de janeiro.
A nova prisão foi decretada após a Polícia Civil do Distrito Federal apresentar indícios de envolvimento do suspeito em outros episódios de violência. Em um deles, Turra teria usado um taser (arma de choque) contra uma adolescente de 17 anos para obrigá-la a ingerir bebida alcoólica durante uma festa.
Na quinta-feira (5), o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa. Com a decisão, Pedro Turra permanece preso preventivamente no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
A defesa argumentou que o jovem possui residência fixa, colaborou com as investigações e não tentou fugir, mas o pedido foi negado. O caso segue sob investigação e tramitação na Justiça do Distrito Federal.
Foto: Reprodução/Google Imagens
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