Por O Man*
Brasileiros adoram serem chamados
De espertos, safos; adoram levar
Vantagem sobre o outro. Por fim
São na verdade, tolos. Este e o jogo
Que querem fazê-los acreditar. Em
Verdade, temos a elite perpétua e
Escravos constantes; negros ou não
Todos são manipulados, para que
Façam o que determinam. Vejam:
Desde o Império! Estas elites estão
No topo. Começa com a distribuição
De terras, com mão de obra barata.
Trabalho em troca de um prato de
Comida e a senzala para descansar.
Brancos, cafusos ou pardos, levam
Os escravos na ponta do chicote, e
Perseguem os fugitivos nas matas.
Libertos pela Lei Áurea, a mão de
Obra é afetada. Oferecem terras a
Estrangeiros, em troca de trabalho.
Aos recém libertos a marginalidade
E o trabalho, como ambulantes ou
Correios da Corte. Vem a República
Desta vez os coronéis, com mais
Terras. Vem as guerras internas e
Externas, que, para atrair pessoas.
Distribuem terras. Os dois eventos
Não geram trabalho, nem terras a
Escravos. Alguns quilombos juntam
Parte desta mão de obra, e uns vão
Se espalhar pelos sertões, por áreas
Devolutas, interior à dentro. Cidades
Expulsam negros, brancos e mestiços
Para os guetos e favelas. É! O racismo.
Acaba o café com leite e vem a segunda
República. Surge o comunismo, com a
Receita certa, para libertação do povo
Do julgo das elites. Ledo engano, estes
Revolucionários saem de lá. Se juntam
Aos pequenos grupos de posseiros, mas
Como toda revolução, buscam a massa
Para enfrentar as oligarquias, e governo.
A nação é, e sempre foi polarizada entre
No geral; situação e oposição. Militares
Tomam o governo e quando devolvem a
Bagunça está formada. Agora, esquerda
Direita vou ver! E marchem. No princípio
Nenhuma definição, então, surge outro
Salvador. O PT! A proposta era proteger
Os trabalhadores; de novo, balela quem
Atrair o povo para suas linhas. Roubam!
Hoje vivemos o mal de nós contra outros,
Como no começo, a elite se perpetua, hoje
Na figura dos banqueiros e a economia do
Mundo. Estamos no mesmo lugar, embaixo
Da mesa do banquete, à espera, de migalhas.
Colocado em prática, pela esquerda; Antônio
Gramsci, com sua nova revolução alimentada
Pela cagada de Paulo Freire. Acha terra fértil.
E põe em prática, o esvaziamento cerebral
E anulação do tico e teco, que já funcionava
Com dificuldade. Aparelham o Estado, faz do
Proletariado imbecis, no jogo, em que todo o
Cidadão, deste País é mestre. Lever vantagem
Voce também ou se aliem aos ladrões. E algo
Caia no seu colo. Bem! Seus verdes azuis e
Amarelo. Cabeças de merda. Tchau!
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