• 20 de janeiro de 2026

Toma acéfalos!

Por O Man*

Brasileiros adoram serem chamados

De espertos, safos; adoram levar

Vantagem sobre o outro. Por fim

São na verdade, tolos. Este e o jogo

Que querem fazê-los acreditar. Em

Verdade, temos a elite perpétua e

Escravos constantes; negros ou não

Todos são manipulados, para que

Façam o que determinam. Vejam:

Desde o Império! Estas elites estão

No topo. Começa com a distribuição

De terras, com mão de obra barata.

Trabalho em troca de um prato de

Comida e a senzala para descansar.

Brancos, cafusos ou pardos, levam

Os escravos na ponta do chicote, e

Perseguem os fugitivos nas matas.

Libertos pela Lei Áurea, a mão de

Obra é afetada. Oferecem terras a

Estrangeiros, em troca de trabalho.

Aos recém libertos a marginalidade

E o trabalho, como ambulantes ou

Correios da Corte. Vem a República

Desta vez os coronéis, com mais

Terras. Vem as guerras internas e

Externas, que, para atrair pessoas.

Distribuem terras. Os dois eventos

Não geram trabalho, nem terras a

Escravos. Alguns quilombos juntam

Parte desta mão de obra, e uns vão

Se espalhar pelos sertões, por áreas

Devolutas, interior à dentro. Cidades

Expulsam negros, brancos e mestiços

Para os guetos e favelas. É! O racismo.

Acaba o café com leite e vem a segunda

República. Surge o comunismo, com a

Receita certa, para libertação do povo

Do julgo das elites. Ledo engano, estes

Revolucionários saem de lá. Se juntam

Aos pequenos grupos de posseiros, mas

Como toda revolução, buscam a massa

Para enfrentar as oligarquias, e governo.

A nação é, e sempre foi polarizada entre

No geral; situação e oposição. Militares

Tomam o governo e quando devolvem a

Bagunça está formada. Agora, esquerda

Direita vou ver! E marchem. No princípio

Nenhuma definição, então, surge outro

Salvador. O PT! A proposta era proteger

Os trabalhadores; de novo, balela quem

Atrair o povo para suas linhas. Roubam!

Hoje vivemos o mal de nós contra outros,

Como no começo, a elite se perpetua, hoje

Na figura dos banqueiros e a economia do

Mundo. Estamos no mesmo lugar, embaixo

Da mesa do banquete, à espera, de migalhas.

Colocado em prática, pela esquerda; Antônio

Gramsci, com sua nova revolução alimentada

Pela cagada de Paulo Freire. Acha terra fértil.

E põe em prática, o esvaziamento cerebral

E anulação do tico e teco, que já funcionava

Com dificuldade. Aparelham o Estado, faz do

Proletariado imbecis, no jogo, em que todo o

Cidadão, deste País é mestre. Lever vantagem

Voce também ou se aliem aos ladrões. E algo

Caia no seu colo. Bem! Seus verdes azuis e

Amarelo. Cabeças de merda. Tchau!

Charge: Desenvolvida por IA

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