• 22 de janeiro de 2026

Lula inicia 2026 com desaprovação acima de 50% e avaliação do governo ainda negativa, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

A nova pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (22), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou o ano sem conseguir virar o jogo na opinião pública. A desaprovação de Lula segue acima de 50%, atingindo 50,7%, exatamente o mesmo patamar registrado em novembro do ano passado. A aprovação permanece menor, em 48,7%, reforçando o cenário de estagnação política do Palácio do Planalto.

Apesar do discurso oficial de retomada, os números indicam que o governo segue empacado, sem fôlego suficiente para reverter a percepção negativa junto ao eleitorado.

Governo continua mal avaliado

Na avaliação da administração federal, o quadro também permanece desconfortável. 48,5% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, contra 47,1% que aprovam. Houve, é verdade, um avanço de 2,7 pontos percentuais nas avaliações positivas desde novembro, mas o movimento ainda é tímido e insuficiente para caracterizar uma virada consistente.

Na prática, o levantamento sugere apenas uma interrupção da sangria, não uma recuperação efetiva da popularidade do governo.

Planalto tenta estancar rejeição

Diante da dificuldade em melhorar os índices, o governo passou a apostar em medidas de apelo popular lançadas no fim de 2025 como tentativa de conter o desgaste. Entre as principais iniciativas citadas pela Atlas/Bloomberg estão a isenção do Imposto de Renda para faixas específicas, o fim da obrigatoriedade das autoescolas e o programa Gás do Povo, voltado à redução do preço do botijão para famílias de baixa renda.

A leitura nos bastidores é clara: o Planalto busca ganhar tempo e reduzir resistências enquanto tenta reconstruir a narrativa de um governo socialmente ativo, após meses de críticas à condução econômica e política.

Sobre a pesquisa

O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 20 de janeiro, com 5.418 eleitores brasileiros adultos. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, dentro dos padrões de pesquisas nacionais.

Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil


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