O baque sofrido pelo Banco de Brasília (BRB) após o golpe aplicado pelo Banco Master está sendo utilizado politicamente, por Luiz Inácio Lula da Silva e dirigentes do PT-DF como argumento para tentar federalizar a instituição financeira da capital federal.
Nos bastidores, a movimentação envolveria articulações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, teria determinado que tribunais estaduais prestem esclarecimentos sobre contratos firmados com o BRB para operacionalização de folhas de pagamento e depósitos judiciais.
Operações financeiras no centro da disputa
A medida atinge tribunais estaduais de Alagoas, Bahia, Maranhão e Paraíba, além do próprio Distrito Federal. O BRB venceu licitações públicas para administrar esses serviços, que garantem fluxo financeiro relevante e contribuem para a liquidez da instituição.
Especialistas do setor financeiro lembram que o BRB é instituição regulada pelo Banco Central do Brasil, órgão responsável pela supervisão do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Questiona-se, portanto, a competência do CNJ para deliberar sobre aspectos que envolvem diretamente a estabilidade financeira de um banco público.
A decisão do corregedor gerou reações no meio político, jurídico e econômico. A avaliação predominante é que os contratos foram firmados após processos licitatórios que atenderam às exigências legais.
Narrativa falsa de intervenção
Nos bastidores, a medida passou a ser interpretada como parte de uma ofensiva política contra a gestão atual do banco. Fontes sustentam que Lula e o PT-DF nunca teriam aceitado o fortalecimento institucional e mercadológico do BRB durante a gestão do governador Ibaneis Rocha.
O contexto se agrava após o escândalo envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, acusado de aplicar um golpe bilionário no sistema financeiro. O BRB foi uma das instituições impactadas pela fraude.
Desde então, ganhou força nas redes sociais a narrativa de que o banco precisaria sofrer intervenção do Banco Central ou até mesmo ser federalizado, tese defendida pelos companheiros de Lula aqui no DF.
Plano de Recuperação em ação
O BRB, por sua vez, apresentou ao Banco Central um plano de recuperação emergencial após ter sido vítima de Vorcaro, que inclui a venda de ativos, a captação de recursos e o pagamento ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) dos títulos falsos repassados pelo Banco Master.
Desde que o golpe do banco de Daniel Vorcaro veio à tona, o BRB tem agido para conter eventuais perdas e garantir que a instituição siga honrando com seus compromissos no mercado financeiro, bem como atuando como banco que fomenta a economia do DF e de outras regiões brasileiras.
Infelizmente, Lula e o PT-DF nunca vão entender que o Banco de Brasília foi criado para ajudar no desenvolvimento da capital federal e não para ser usado como instrumento para fazer politicagem e beneficiar interesses ilícitos de partidos ou políticos.
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