LIDERADOS POR DÓRIA | Grupo de governadores pressionam Bolsonaro em defesa do governador Rui Costa, do PT da Bahia

As atitudes de um político falam por si. Quem poderia imaginar que o tucano, João Doria, governador de São Paulo, que tem pretensões políticas de ser um dos nomes a concorrer à presidência da República em 2022, está hoje defendendo o governador Rui Costa, do PT da Bahia. É sinal de que sua posição partidária não é confiável e que para se manter no poder, não medirá esforços para ter sucesso em seu projeto pessoal. Ou seja, não há uma proposta para apresentar à nação. O que há é mais do mesmo com suas velhas práticas políticas.

Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro se posicionou sobre a morte do ex-PM do Rio de Janeiro, capitão Adriano da Nóbrega, declarando que a PM da Bahia foi quem havia matado o ex-policial. O governador Rui Costa não gostou da manifestação do presidente e passou a receber o apoio de um grupo de governadores que é liderado por João Doria. O mandatário paulista mobilizou os demais colegas e encaminharam uma carta a Jair Bolsonaro cobrando explicações sobre o episódio.

No domingo (23), Doria esteve no Rio de Janeiro para se reunir com o governador carioca, Wilson Witzel (PSL), e disse que o grupo vai esperar até depois do Carnaval por uma resposta do presidente. Se a resposta não vier, porém, uma segunda carta poderá ser enviada. Segundo Doria, “nunca os governadores estiveram tão unidos”, e que isso seria responsabilidade das próprias declarações de Bolsonaro.

João Doria está aproveitando a crise na segurança do Ceará para já começar a querer por a culpa no governo Bolsonaro. O governo do Ceará está sob o comando do petista Camilo Santana e Doria, pelo visto, já está querendo defendê-lo. O governador paulista está distoando do perfil de seu partido e está deixando claro que o que ele quer mesmo é marchar perto do PT em 2022. Se esse for o projeto que João Doria pretende apresentar aos brasileiros, pode ter certeza que o seu naufrágio está logo ali na frente. Aliás, o PSDB surgiu por meio de um grupo de esquerdistas que não queriam ser liderados por Lula e sim por Fernando Henrique Cardoso. Ou seja, esse pessoal já se conhecem e posam de adversários apenas na frente das câmeras.

Da Redação do Expressão Brasiliense

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