• 20 de janeiro de 2026

Polícia Civil do DF divulga nomes e fotos dos três técnicos de enfermagem presos por matar pacientes em hospital de Taguatinga

Três técnicos de enfermagem suspeitos de envolvimento na morte de três pacientes internados no Hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal, foram presos na segunda-feira (19). As identidades dos investigados foram confirmadas nesta terça-feira (20) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e pelo Conselho Regional de Enfermagem do DF (Coren-DF).

De acordo com as investigações, os suspeitos são Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos; Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos; e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos. Eles atuavam como técnicos de enfermagem na unidade hospitalar.

A Polícia Civil aponta Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, que também é estudante de fisioterapia, como o principal executor dos crimes. Ele teria confessado os homicídios em depoimento prestado na segunda-feira (19). Marcela Camilly Alves da Silva também admitiu participação, segundo os investigadores.

Conforme apurado, os pacientes teriam recebido doses elevadas de medicamentos de forma indevida, o que provocou a piora súbita dos quadros clínicos e, posteriormente, os óbitos. As mortes ocorreram nos dias 17 de novembro e 1º de dezembro de 2025, enquanto as vítimas estavam internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital.

Durante coletiva de imprensa, o delegado Wisllei Salomão informou que as vítimas eram uma professora aposentada de 75 anos, um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos. Segundo ele, apesar de apresentarem perfis e condições de saúde distintas, todos os pacientes tiveram agravamento repentino pouco antes da morte.

“As vítimas tinham idades, histórias e quadros clínicos diferentes, mas todas apresentaram uma piora súbita incompatível com a evolução esperada. Elas foram mortas pela ação de quem deveria estar cuidando delas”, afirmou o delegado.

Em nota oficial, o Hospital Anchieta informou que demitiu os três profissionais e acionou a Polícia Civil após um comitê interno identificar circunstâncias atípicas nas mortes de pacientes internados na UTI. A unidade afirmou ainda que colabora integralmente com as investigações.

O caso segue sob apuração da PCDF, e os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.

Foto: Reprodução/Google Imagens


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