O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na madrugada deste sábado (3) que forças americanas realizaram ataques contra Caracas, capital da Venezuela, e capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Até o momento, não há confirmação do paradeiro do ditador.
Segundo publicação feita por Trump na rede social Truth Social, os Estados Unidos teriam conduzido “um ataque de grande escala” contra a Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, que teriam sido retirados do país por via aérea.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado juntamente com sua esposa”, escreveu Trump.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram helicópteros militares sobrevoando Caracas e registros de explosões em diferentes pontos da cidade. As aeronaves seriam do modelo CH-47G Chinook, utilizadas em missões de forças especiais, segundo análises preliminares de especialistas militares.
O governo venezuelano confirmou a ocorrência de explosões também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, além da capital.
Estado de emergência e reação do governo venezuelano
Em pronunciamento oficial, o governo da Venezuela classificou a ação como uma “ofensiva imperialista” e decretou estado de emergência, com mobilização das forças de defesa do país. Não há, até o momento, informações oficiais sobre mortos ou feridos.
O Fuerte Tiuna, maior complexo militar da Venezuela e sede do Ministério da Defesa, foi visto em chamas após explosões registradas na região. Testemunhas relataram à agência Reuters colunas de fumaça e interrupções no fornecimento de energia elétrica no sul de Caracas, próximo à base militar.
Em agosto, os Estados Unidos enviaram uma flotilha militar ao Caribe. Segundo autoridades venezuelanas, quase 30 embarcações teriam sido bombardeadas, com mais de cem mortes.
Coletiva prometida por Trump
Trump informou que pretende apresentar mais detalhes sobre a suposta operação em uma coletiva de imprensa marcada para às 13h (horário de Brasília), em Mar-a-Lago, na Flórida.
Foto: Reprodução/Google Imagens
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