Neste domingo (15), a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que pretende “perseguir e matar” o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em meio à escalada da guerra no Oriente Médio.
Em publicação oficial, o grupo declarou: “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”.
A ameaça surge como resposta a declarações recentes de Netanyahu. Na última quinta-feira (12), durante sua primeira entrevista coletiva desde o início do conflito, o premiê fez críticas veladas ao novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, e ao chefe do Hezbollah, Naim Qassem.
“Eu não emitiria apólices de seguro de vida para nenhum dos líderes da organização terrorista. Não pretendo dar aqui uma mensagem exata sobre o que estamos planejando ou o que vamos fazer”, afirmou Netanyahu.
A atual guerra no Oriente Médio teve início em 28 de fevereiro, após bombardeios conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra alvos no território iraniano.
O conflito resultou na morte do então líder supremo do país, Ali Khamenei, que estava à frente do regime há muitos anos.
O conflito também provocou o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo e do gás comercializados no mundo, ampliando a tensão geopolítica e o risco de impactos econômicos globais.
Foto: Reprodução/Google Imagens
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