Caso de Patrícia Elen revela o quanto a saúde do DF precisa de atenção

A morte da recepcionista Patrícia Elen na última quinta-feira (06) numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após não ser atendida no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) gera revolta na população e evidencia o quanto é importante o novo governo priorizar a área da saúde do DF.

A negligência por parte da Secretaria de Saúde do DF deixa claro que a pasta está mal gerenciada. O órgão se posicionar que lamenta o ocorrido, tratando o caso apenas como mais um, é lastimável. Quantos casos como o de Patrícia Elen devem ter acontecido nesses últimos anos e que não chegaram ao conhecimento público? Pode ter certeza que são muitos.

A população brasiliense está agonizando nas portas das unidades de saúde da rede pública há muito tempo. Alegar que a culpa é dos servidores que não querem colaborar também não cola. Na verdade, os servidores e os usuários do sistema vêm sendo tratados como objetos e não seres humanos. Quem precisa de atendimento é apenas mais um número que vai para estatística. E quem atende, é considerado um problema para quem gerencia a pasta. Ou seja, é mais fácil culpar quem está na linha de frente do que quem ordena.

Para quem conheceu a rede pública de saúde nos tempos em que ela era referência nacional e até mundial, fica a esperança de que um dia a saúde do DF volte a caminhar no rumo certo.

Por José Fernando Vilela

Foto: Google Imagens

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