O Fino da Política – A derrocada de um político chamado Rodrigo Rollemberg

Se tem um político que teve a oportunidade de fazer a diferença no Distrito Federal e não soube aproveitar, esse se chama Rodrigo Rollemberg (PSB). E não foi por falta de experiência e vivência no meio da classe política. Rollemberg é servidor do Senado Federal. Filho de um ex-deputado federal. Foi deputado distrital, secretário de Estado, secretário nacional em um ministério, deputado federal e senador antes de se tornar governador. Pelo visto, foi um mau aluno na escola da política brasiliense e brasileira.

O atual governador do DF não conseguiu durante esses quatro anos à frente do Palácio do Buriti realizar nenhum grande feito que faça com que a população venha a se lembrar dele de forma positiva. Ficarão somente as lembranças de um governo apontado como o pior de toda a história política da capital federal. Infelizmente, não soube aproveitar a chance que caiu no seu colo em 2014.

Rodrigo Rollemberg fez más escolhas para a sua equipe de governo e ao mesmo tempo demonstrou total despreparo para administrar Brasília. Ele não soube lidar com os servidores públicos, com os sindicatos, com os empresários, enfim, meteu os pés pelas mãos no quesito relacionamento, atributo que deveria dominar já que as festas na Mansão Rollemberg sempre foram famosas por ser frequentadas por todo tipo de gente. Realmente, ele foi um mau aluno.

No próximo domingo (28), às urnas deverão confirmar as pesquisas de intenções de votos realizadas durante o segundo turno e Rodrigo Rollemberg deverá começar a guardar seus pertences em caixas para desocupar a cadeira. Resta saber se terá coragem de passar a faixa ao sucessor. A partir de janeiro, Rollemberg deverá sair de cena em definitivo da política brasiliense.

Nos bastidores, o ti ti ti é que ele terá um lugar ao sol no gabinete da senadora eleita, Leila do Vôlei, também do PSB. Mas mesmo assim, Rollemberg não deverá mais disputar nenhum cargo eletivo. Nem mesmo para síndico ou prefeito de quadra aqui no DF, ele ganha mais. A sua incapacidade para gerenciar ou administrar até mesmo um boteco, ficou evidente durante a sua passagem pelo GDF. O seu castelo está em ruínas e deverá desabar e virar pó nos próximos dias. Que final triste para um político.

Por José Fernando Vilela

Foto: Google Imagens

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