Fraude bilionária no DFTrans é alvo de megaoperação da PCDF e MPDFT

A Polícia Civil do DF e o Ministério Público do DF e Territórios realizam, na manhã desta quinta-feira (15), uma megaoperação que investiga fraude no DFTrans. 45 mandados de prisão temporária estão sendo cumpridos e os investigados são integrantes de um esquema de desvios de recursos e ilegalidades no Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) do órgão. As irregularidades podem ter causado prejuízo de 1 bilhão de reais aos cofres públicos.

Entre os presos, estão o auditor fiscal Pedro Jorge Brasil, que já havia entrado na mira da PCDF, na operação Check List, e a mulher dele, Hedvane Ferreira. Os dois foram detidos em casa, no Gama. Também estão sendo presos advogados e permissionários de empresas que atuam na área rural.

O esquema funcionava desde 2014, segundo as investigações. O grupo descarregava os créditos de cartões de vale-transporte nos validadores de ônibus de forma sequencial e em linhas distintas. Tudo era feito com empresas de fachada e trabalhadores fantasmas.

De acordo com as investigações, o auditor seria o líder do esquema. Ele utilizava-se do cargo para vincular falsos funcionários ao recebimento de vale-transporte. Outros servidores do DFTrans o ajudam a alimentar o sistema com as informações.

Pelo menos 300 policiais participam da operação. As prisões estão sendo feitas no Distrito Federal, em Valparaíso (GO), na Cidade Ocidental (GO), em João Pessoa (PB) e no Recife (PE).

Check List

Pedro Jorge Brasil foi preso em outubro do ano passado, na Operação Check List. Ele é suspeito de receber em apenas um ano R$ 100 mil de propina para fazer vista grossa e liberar ônibus sem fiscalização, segundo as investigações. De acordo com a Polícia Civil, quem estava regular também pagava para os auditores aumentarem o controle contra os concorrentes irregulares.

A cobrança ocorria em duas fases e era feita em dois momentos: para conseguir o selo de vistoria e nos terminais. Os fiscais cobravam de R$ 25 a R$ 35 por ônibus para deixar passar as irregularidades e não lacrar os veículos das cooperativas.

 

Da Redação com informações do site Metrópoles

Foto: Rafael Felicciano/Metrópoles

 

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