E a articulação não para em Brasília

Muitas conversas estão acontecendo na capital federal, tanto no âmbito da política local como nacional. Por aqui, o governador Rodrigo Rollemberg está “rebolando” para segurar os poucos aliados que ainda lhe resta. As alianças estão sendo costuradas de muitas formas.

A oposição até o momento não bateu o martelo quanto a definição de um nome de consenso entre eles. O que se sabe é que tem muito pré-candidato para uma ou duas alianças no máximo do lado dos políticos que são de direita e que a dita esquerda não tem um nome que possa figurar pelo menos entre os primeiros lugares.

Tem até gente que disputou eleição um contra o outro e que hoje estão no mesmo partido político. Tem gente que não pode sentar à mesa ao lado de outro. Tem gente que finge que a relação com outro está estremecida, mas na verdade é jogo de cena para ambos se fortalecerem já que estão combalidos e não podem entrar na disputa do preterido cargo a governador do DF.

Enfim, sobre a disputa do Executivo local, tudo ainda é uma incógnita.

Já na política nacional, muitos não param de falar do tal dia 24. Afinal, o que irá acontecer com o ex-presidente Lula. Vai ser preso? Vai ser inocentado? Vai fugir para não sei onde? O que se sucederá teremos que esperar para saber.

O que está claro é que o governo Temer quer aprovar a reforma da previdência na Câmara dos Deputados na marra. Ele inclusive está se articulando com gente de fora da política. Temer foi a São Paulo para gravar, na tarde desta quinta-feira (18/01), uma participação no programa do empresário e apresentador Silvio Santos para defender a reforma da Previdência. Se deu mal. Fez a brincadeira de entregar uma nota de cinquenta reais ao apresentador, em alusão ao programa Topa Tudo por Dinheiro, e ficou sem o dinheiro.

Quanto ao cargo mais cobiçado do Brasil, as candidaturas já estão caminhando para uma definição. O PT se não for Lula, com certeza, apresentará outro nome. No PSDB, o nome de Geraldo Alckmin está praticamente consolidado. O deputado federal, Jair Bolsonaro falta escolher por qual partido sairá. Meirelles, que muitos apontam como o escolhido do atual governo, ainda está engatinhando nas pesquisas. Marina Silva e Ciro Gomes continuam sendo a mesma coisa, cavalos paraguaios.

Sendo assim, só nos resta esperar o passar dos dias e que chegue logo abril para acabar com essa agonia.

Por José Fernando Vilela

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